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Afinal, em qual império vivemos hoje?

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2 de maio de 2014 por Eder Silva

Por uns velhos vãos motivosSomos cegos e cativos. No deserto do universo sem amor”, Taiguara.

Venho dizendo a algum tempo que não acredito na evolução do homem, mas o contrário. Há quem defina o futuro como “um eterno retorno”; pego esta definição e acrescento que o futuro pode ser “um constante retrocesso”, involução que nos acomete racional ou instintivamente. Não quero entrar nesses conceitos, deixo para o amigo blogueiro Vinicius Armilato. Bem, digamos que você me indague: “Mas como você pode fundamentar esta sua suposição, cientificamente ou empiricamente?” E eu vos digo: contra fatos, não há argumentos! Ou seja, basta nos inclinarmos um pouquinho mais, rebuscar em nossa caixola, na nossa massa cinzenta, acontecimentos passados que se aparentam com fenômenos sociais contemporâneos à esta geração, ambígua e confusa. Bem, não tenho um discurso teoricamente sociológico para traçar aqui um tratado ou uma tese formatada ao estilo acadêmico para descrever a temporalidade dos fatos que me trazem esta crença (que o homem não evolui nunca). Mas, como diz o Robertão, o carnívoro enrustido: “Não sou contra o progresso, mas apelo pro bom senso”. Até aí, tudo bem, não há atritos… Mas quando repensamos nossas desgraças e nossas artimanhas, voltadas para realimentar nossas necessidades fisiológicas e, por quê não, nossos desejos egolátricos desenfreados ao longo da história, vemos um animal doente, contaminado pelo vício do poder, da dominação outrora perdida em algum momento e lugar longínquos, onde nossa imaginação ainda não possa chegar… Então nos sobrevêm um arrepio, um santo espanto! [essa conversa já ressoou em nossos cafés com blogagem – risos].

Então, caro leitor e amigos das horas incertas, trago-lhe boas novas, como dizia Cazuza, pois eu vi a cara da morte, e ela estava viva. E ainda a morte vive, através de nossas consciências cauterizadas, de nosso coração corrompido por uma vã e boba esperança de progresso. Provoco-vos a repensar nossos conceitos, a refletir o que realmente somos em uma sociedade decadente, rumo ao armageddon. Insisto que o homem só será renovado, quando renovar a consciência e pensar sobre sua real condição, retomando um rumo contrário às suas presunções. Não fazendo-se de vítima, mas como o culpado de suas insanas ações.

Para amenizar um pouco essa minha acidez, e pra dizer que não falei das flores, sugiro que você, estimado amigo, dê uma olhadinha neste clipe do saudoso e visionário Taiguara – profeta do bom senso e da boa consciência. Parafraseando-o: “”morto para este triste mundo antigo”.

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Outsider é um termo voltado àqueles que buscam enxergar não apenas o que está impresso na capa, o que aparentemente é mostrado como verdadeiro, mas também o lado de fora, o que muitos se abstêm de averiguar. O outsider é o caminhante, o peregrino, o visionário forasteiro que vê o que há de ilimitado nas hipóteses. O que não aceita de imediato o pré-estabelecido. No livro "O outsider" Collin Wilson chegou bem próximo do que expressa o termo. Entre o real e o virtual, escrever afinal não faz nem um mal. Mesmo assim, aí vai meu sinal, pra você, leitor, que não quer só o trivial, e sim o que vai além, o transcendental, o total, o essencial. Embarque nessa trip, e vamos juntos, vamos fundo nessa aventura. Fique à vontade, a casa é sua!

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Outsider é um termo voltado àqueles que buscam enxergar não apenas o que está impresso na capa, o que aparentemente é mostrado como verdadeiro, mas também o lado de fora, o que muitos se abstêm de averiguar. O outsider é o caminhante, o peregrino, o visionário forasteiro que vê o que há de ilimitado nas hipóteses. O que não aceita de imediato o pré-estabelecido. No livro "O outsider" Collin Wilson chegou bem próximo do que expressa o termo. Entre o real e o virtual, escrever afinal não faz nem um mal. Mesmo assim, aí vai meu sinal, pra você, leitor, que não quer só o trivial, e sim o que vai além, o transcendental, o total, o essencial. Embarque nessa trip, e vamos juntos, vamos fundo nessa aventura. Fique à vontade, a casa é sua!

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Outsider é um termo voltado àqueles que buscam enxergar não apenas o que está impresso na capa, o que aparentemente é mostrado como verdadeiro, mas também o lado de fora, o que muitos se abstêm de averiguar. O outsider é o caminhante, o peregrino, o visionário forasteiro que vê o que há de ilimitado nas hipóteses. O que não aceita de imediato o pré-estabelecido. No livro "O outsider" Collin Wilson chegou bem próximo do que expressa o termo. Entre o real e o virtual, escrever afinal não faz nem um mal. Mesmo assim, aí vai meu sinal, pra você, leitor, que não quer só o trivial, e sim o que vai além, o transcendental, o total, o essencial. Embarque nessa trip, e vamos juntos, vamos fundo nessa aventura. Fique à vontade, a casa é sua!

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